Alma ferida como asa de pássaro machucada que o impede de alçar vôo
Mãos inertes
Feminino ausente
Faz falta o cheiro bom do café feito no fogão a lenha
Faz falta a animação das crianças correndo descalças pelo quintal
Faz falta o pôr do sol acalentador
Preciso sentir. Te sentir, para me fazer existir
Vem comigo? Cura me asa? Me dá um punhado de argila e tintas coloridas?
terça-feira, 1 de novembro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
A alma está morta.
Encontro-a diluindo-se nas construções imperiais do litoral, na impossibilidade de reflexão entre a pergunta e a resposta; na televisão sempre ligada, na falta de curiosidade, no padronização de comportamento; em permanecer quando o essencial é partir.
Odeio vê-la morta, oh alma!
Liberta estas agora, oh alma!
Livre da ignorância! Livre da pobreza do espírito! Livre do confinamento!
Que vivas, então, feliz e serena a habitar mentes pensantes ainda que de pensamentos primitivos mas que sejam sobretudo campo fértil.
Encontro-a diluindo-se nas construções imperiais do litoral, na impossibilidade de reflexão entre a pergunta e a resposta; na televisão sempre ligada, na falta de curiosidade, no padronização de comportamento; em permanecer quando o essencial é partir.
Odeio vê-la morta, oh alma!
Liberta estas agora, oh alma!
Livre da ignorância! Livre da pobreza do espírito! Livre do confinamento!
Que vivas, então, feliz e serena a habitar mentes pensantes ainda que de pensamentos primitivos mas que sejam sobretudo campo fértil.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
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