domingo, 9 de outubro de 2011

A alma está morta.

Encontro-a diluindo-se nas construções imperiais do litoral, na impossibilidade de reflexão entre a pergunta e a resposta; na televisão sempre ligada, na falta de curiosidade, no padronização de comportamento; em permanecer quando o essencial é partir.

Odeio vê-la morta, oh alma!

Liberta estas agora, oh alma!

Livre da ignorância! Livre da pobreza do espírito! Livre do confinamento!

Que vivas, então, feliz e serena a habitar mentes pensantes ainda que de pensamentos primitivos mas que sejam sobretudo campo fértil.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A natureza morta retratou a vida da fruta.

As mulheres fruta retratam a morte das mesmas.
Obrigada, Duchamp, pelas minhas aulas de spinning!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Saia rodada bailando ao vento

Calor com sabor de verão

Dia de muito sol

Coração feliz

Encantamento!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Com o amor não se brinca, não há engano ou fuga

Começa com uma brincadeira de roda até que te prende como uma jibóia

Só te engole se você não entender que é pra ceder

... e se entregar

... e aprender

que para amar é essencial deixar de ser

é estar e permanecer
Casaram-se apaixonados

Em casa montaram um altar: vela, incenso, flor

E a foto de seus primeiros amores
Estou confusa...

os peitos dele são maiores do que os meus